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3 passos para a saúde e autocura

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Quando você fica doente, como lida com os sintomas? Dependendo da doença, da intensidade e duração dos sintomas, é fundamental consultar um médico e quando receitado, tomar os remédios ou efetuar os procedimentos prescritos.

Porém, você já parou para pensar que os sintomas podem ser a linguagem do corpo para comunicar o que não está bem, no seu corpo ou psique? E num olhar mais amplo, que eles podem ser a própria manifestação da cura?

A febre, por exemplo, é a manifestação da inteligência natural do corpo de auto-regulação, na qual a temperatura sobe para combater a agressão ou perturbação orgânica que está ocorrendo. Dependendo do grau de febre, claro que será preciso a ajuda médica, porém por outro lado, é importante ter consciência de que ela está a serviço da saúde e da cura.

Fomos educados e acostumados a calar os sintomas com remédios assim que eles surgem, porém os remédios, em geral, tem a função de remediar os sintomas. Já os sintomas podem ter a função de trazer à consciência o que está em desequilíbrio.

De acordo com o psicólogo Manoel Simão, os sintomas em geral estariam relacionados a algo que não está integrado em nós, a alguma ferida. E propõe uma forma de promover o auto cuidado e a saúde a partir de uma técnica simples, que consiste em fazer uma pergunta ao sintoma que apresentamos: a qual aspecto não resolvido “você(sintoma)” está a serviço?

Esta pergunta parece ser uma chave capaz de abrir um portal de transição e tomada de consciência na relação entre saúde e psique, um caminho para a autocura, uma forma eficaz de escutar o corpo e acessar o que ainda desconhecemos em nós.

Manoel propõe ainda um exercício de visualização criativa para cura de sintomas, conforme os 3 passos abaixo:

1. Reconhecer e identificar o sintoma

Identificar e reconhecer o que você sente, onde dói, qual a duração e intensidade.

2. Explorá-lo por meio dos cinco sentidos 

Por exemplo, perguntar: Qual voz teria este sintoma? Que palavra ou frase ele falaria?

Aqui a chave é trazer o sintomático como uma forma simbólica do que não se resolve, como forma de acessar o inconsciente.

3. Fazer a seguinte pergunta

Se você (sintoma) pudesse trazer alguém, um super herói ou familiar, para remover este sintoma, quem seria? 

Para mim, este simples exercício mostrou o potencial dos símbolos para entrar em contato com o inconsciente, e trazer ao consciente informações chaves não só para o nosso autoconhecimento, mas para promover a saúde e autocuidado. Quando um sintoma estiver lhe incomodando, faça o exercício e depois compartilha nos comentários o resultado!