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O que dizem os Conselhos de Psicologia?

Muita gente pergunta qual a posição do CRP (Conselho Regional de Psicologia) e CFP (Conselho Federal de Psicologia) em relação à Psicologia Transpessoal.

Os conselhos de classe servem ao propósito de organizar e fiscalizar diferentes especialidades profissionais, porém de acordo com o juiz federal Marcelo Krás Borges, da 1ª Vara de Florianópolis, os conselhos não podem “interferir na liberdade de ensino e no livre exercício da profissão, impedindo a pesquisa, o aprendizado e a prática” da atividade a que assistem. O juiz acolheu em 2012 o pedido para anular um procedimento ético do CRP (Conselho Regional de Psicologia) da 12ª Região (Santa Catarina) contra uma psicóloga especialista em Psicologia Transpessoal, conforme trecho da decisão abaixo:

“Com efeito, se toda nova técnica fosse proibida pelo Conselho Regional de Psicologia, a psicologia como Ciência Humana não poderia mais evoluir e não seriam mais encontradas técnicas modernas para a solução dos problemas humanos, o que seria lamentável, já que haveria um regresso aos tempos mais obscuros da História da Humanidade, em que eram proibidas novas descobertas e novas técnicas científicas que não estivessem de acordo com o regime preestabelecido”. Confira a reportagem na íntegra

Sobre a referência ao título de Pós-Graduação em Psicologia Transpessoal, de acordo com a psicóloga Eneida Lima de Oliveira, o CFP (Conselho Federal de Psicologia), por meio de um e-mail assinado por Ylo Fraga, esclarece ainda que “o profissional poderá fazer referência a esta titulação desde que cumpridas as demais determinações do código de ética”.

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